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PM que matou jovem e feriu segurança já foi preso por atirar em boate, no ES

O policial militar Patrick Ramos Guaris, de 26 anos, que matou uma jovem de 19 anos e feriu o segurança de uma casa noturna, na madrugada deste sábado (18), já foi preso em 2015 por ter atirado dentro de uma boate, segundo a polícia. A Corregedoria da Polícia Militar disse que vai apurar a conduta do soldado.

Nesta madrugada, o policial atirou na porta de uma boate da Serra após ter sido impedido de entrar. O segurança levou quatro tiros e está hospitalizado. Já a jovem, identificada como Thalita do Carmo Pereira, foi atingida no rosto e morreu no local. Segundo a família, ela trabalhava como promotora de eventos.

PM mata jovem de 19 anos e deixa segurança ferido em boate da Serra, ES

A Corregedoria da Polícia Militar vai abrir processo administrativo disciplinar para apurar a conduta do soldado. Segundo o corregedor, o coronel Alessandro Juffo, a conduta dele demonstra que houve a intenção de matar.

“Se ficar comprovada a culpabilidade dele nesse episódio, ele será submetido a um processo disciplinar que poderá vir a resultar em um cerceamento da corporação, é a pena máxima a ser aplicada”, disse Juffo.

Outra confusão

Essa não é a primeira vez que o soldado se envolve em confusão. Em 2015, Patrick efetuou dois disparos dentro de uma casa noturna na Praia do Canto, em Vitória, e feriu seis pessoas.

Na ocasião, testemunhas disseram que ele tentou furar a fila de saída, discutiu com um cliente e atirou várias vezes.

Na época, Patrick pagou fiança de um salário mínimo e foi liberado. Segundo o corregedor da PM, ele também respondeu a um processo administrativo, foi condenado, ficou preso por 20 dias e voltou a atuar nas ruas.

“O policial militar é submetido permanentemente a treinamento e avaliação de saúde, além de avaliações do seu próprio comandante, que julgam a aptidão a capacidade de estarem armados fora do serviço. No caso dele, após ser reintegrado a atividade policial de policiamento ostensivo, o seu comando imediato entendeu que ele teria condições de portar arma mesmo fora de serviço”, explicou o corregedor.

Defesa

A defesa de Patrick Ramos Guaris ainda não foi localizada para se pronunciar sobre o caso.

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