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Gilson Daniel pode ficar mais dois anos como prefeito.

Parlamentares falam um unificar eleições já em 2022

Uma das idéias a a ganhar corpo no Congresso por causa do CoronaVírus tenta recuperar o antigo sonho de alguns: a unificação das eleições no País. Segundo contou o Deputado Federal Aécio Neves (PSDB-MG), a proposta é adiar o pleito deste ano não em alguns meses, mas para 2022. A tese encontra resistencia porque foi derrotada na reforma eleitoral de 2015, apesar de, possivelmente, reduzir os custos da consulta popular, dizem ex membros do TSE. Henrique Mandetta, afirmou ontem, que só em setembro a curva de transmissão do coronavirus deve cair no País.

O deputado federal Carlos Gaguin do (DEM-TO) Vvai sugerir a prorrogação dos mandato dos atuais prefeitos e vereadores até o dia 31 de dezembro de 2022, a fim de unifficar as eleições para todos os cargos.

Com isso o fundo partidário eleitoral das eleições municipais de 2020 (2 bilhões) seria usado no combate à COVID 19.

“É uma proposta viável e a hora é de nós, politico, termos responsabilidade e mais do que nunca, pensarmos nas pessoas”, defendeu Carlos Gaguin, informando que a proposta foi apresentada ao presidente Jair Bolsonaro nesta quinta feira (19).

A proposta tem o apoio do líder do governo, senador Eduardo Gomes (MDB).

O que diz a proposta

a proposta acrescenta ym novo artigo ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT), com a seguinte redação:

“Os mandatos dos atuais prefeitos e vice prefeitos terminarão no 31 de dezembro de 2022, e dos vereadores no dia 31 de janeiro de 2023, com as respectivas posses dos substitutos eleitos, coincidindo com os demais eleitos dos respectivos poderes, executivo e legislativo, federal e estadual”.

Justificativa

Na justificativa, o deputado tocantinense diz que, para combater um novo vírus, será necessário “o contingenciamento de recursos de várias áreas, considerando ainda o claro risco de colapso nas contas públicas, tendo em vista a grandiosidade do problema”.

Logo, “a unificação das eleições permitirá ainda, no médio e no longo prazo, uma significativa economia de recursos públicos e otimização de tais recursos para aplicação nas áreas de saúde, educação, segurança e infraestrutura.

Sem dúvidas, o Brasil precisa discutir, com serenidade e responsabilidade, a possibilidade da unificação das eleições para evitar esse gasto público bilionário a cada dois anos.

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