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Exame cadavérico prova que Thayná não morreu afogada, diz delegado

O laudo do exame cadavérico da ossada identificada como sendo da menina Thayná Prado, por meio do laudo do exame de DNA divulgado nesta segunda-feira (4), prova que a menina não morreu afogada, segundo o delegado José Lopes, chefe da Divisão de Homicídios (DHPP). A versão foi sustentada pelo suspeito.

A informação passada pelo delegado é de que o resultado do exame cadavérico aponta que a causa da morte é “inconclusiva”, ou seja, caso a menina tivesse morrido afogada, haveria outro resultado.

Thayná, de 12 anos, desapareceu no dia 17 de outubro, após ser filmada entrando em um carro no bairro Universal, em Viana. A ossada da menina foi encontrada perto de um brejo, no dia 10 de novembro. Ademir Lúcio Ferreira, de 55 anos, foi identificado como suspeito e foi preso no Rio Grande do Sul, no dia 13 de novembro. Ademir disse que a menina aceitou ter relações sexuais com ele por R$ 50, mas saiu correndo, caiu numa lagoa e acabou se afogando.

Thayna Andressa de Jesus Prado foi vista pela última vez no dia 17 de outubro (Foto: Reprodução / TV Gazeta)

O estupro de Thayná ainda não foi confirmado, mas o delegado aguarda os resultados de outros exames, sendo um deles a perícia do carro usado pelo sequestrador, para reunir novas provas. Mesmo assim, José Lopes afirma que Ademir Lúcio será indiciado por três crimes: homicídio, estupro e ocultação de cadáver.

“Eu não tenho dúvida de que ele abusou sexualmente dela e a matou, apesar de ele contar uma história fantasiosa”, disse o delegado José Lopes.

Delegado José Lopes, chefe da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) (Foto: Reprodução /  TV Gazeta)Delegado José Lopes, chefe da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) (Foto: Reprodução /  TV Gazeta)

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