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Corpo de criança que deu entrada em UPA apresentava sinais de rigidez cadavérica e desnutrição, diz médica

criança de três anos levada sem vida e com lesões graves pelo corpo na madrugada desta quinta-feira (01), para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Carapina, na Serra, chegou ao local com rigidez cadavérica e sinais de desnutrição, segundo informações repassadas pelos policiais militares que atenderam a ocorrência. 

Ainda de acordo com eles, o padrasto da menina, de 26 anos, e a mãe dela, de 20, teriam dito que estavam brincando com a criança em casa, durante a madrugada, quando a menina passou mal e foi socorrida por eles. 

Ao dar entrada no hospital, a criança foi atendida por uma médica, que constatou que ela já estavam sem vida e com graves hematomas pelo corpo. Além disso, foi averiguado que o corpo estava em fase de rigidez cadavérica e com sinais de desnutrição. 

Segundo a polícia, o casal não tinha passagens pela Justiça. O caso segue investigado pela Polícia Civil, que no momento, não pode passar novas informações. 

A mãe e o padrasto continuam na Delegacia Regional da Serra, onde foram conduzidos e devem prestar esclarecimentos ainda nesta manhã.

Entenda o caso

Uma criança de três anos foi levada sem vida na madrugada desta quinta-feira (01), para uma Unidade de Saúde de Carapina, na Serra. Segundo informações de funcionários do local, a criança teria sido levada pela mãe dela, uma jovem de 20 anos.

Ao dar entrada no setor de Urgência e Emergência da unidade, por volta das 03h18, foram constatados sinais de violência e vários hematomas pelo corpo da criança, segundo informou os médicos de plantão.

Funcionários contaram ainda que a criança morava com a mãe e o padrasto, no bairro Cidade Continental, na Serra. A mãe da menina foi conduzida para Delegacia Regional da Serra, onde deve prestar esclarecimentos ainda nesta manhã.

O padrasto da criança, um homem de 26 anos, que também estava na Unidade de Saúde, foi conduzido por policias militares e também vai prestar depoimento ao delegado de plantão que segue no caso.

Aos policias militares, de forma informal, o padrasto e a mãe da menina contaram que estavam brincando com criança em casa, no período da madrugada, quando ela teria passado mal. No entanto, policiais foram informados pela unidade que o corpo da criança estava com sinais de rigidez cadavérica, além de lesões graves e desnutrição.

A Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo (Sesa) informou que a médica que prestou os primeiros socorros, constatou que a criança já estava em óbito, verificando a possibilidade de agressão devido aos graves ferimentos. Após o atendimento, a polícia foi acionada para averiguação dos fatos.

Segundo a polícia, o casal não tinha passagens pela Justiça. O caso segue investigado pela Polícia Civil, que no momento, não pode passar novas informações.

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