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Concessão da BR-262 prevê até quatro praças de pedágio no ES, diz Manato

O Governo Federal planeja conceder a BR-262 – que liga o Espírito Santo a Minas Gerais pela região Serrana capixaba – para a iniciativa privada. O leilão está previsto para abril, com a conclusão do estudo. Em entrevista ao Bom Dia ES nesta segunda-feira (28), o deputado federal Carlos Manato (PSL) explicou o projeto e declarou que de três a quatro praças de pedágio são previstas para o trecho no Estado.

Manato assume, no dia 1º de fevereiro, o cargo de secretário especial de Articulação com a Câmara dos Deputados, vinculado à Casa Civil.

Na outorga de concessão, está previsto no projeto que a empresa que ganhe o leilão instale de três a quatro praças de pedágio no trecho capixaba, o que significa uma praça de 30 km a 50 km. Caso o planejamento inicial seja seguido, a previsão é de que a cobrança comece entre o final de 2020 e início de 2021.


“O valor ainda não foi avaliado e vai depender do estudo do fluxo e as obras de melhoria que serão discutidos com a população”, afimou o deputado.

Ainda segundo Manato, o diálogo com a população é necessário para determinar quantas praças serão colocadas. Os locais também não foram definidos ainda.

Após o lançamento da outorga em abril, o deputado explicou que serão realizados três meses de consulta popular sobre as benfeitorias que serão feitas na via.

As obras que já estão em andamento na BR-262 não devem sofrer alterações, uma vez que seguem um cronograma para serem concluídas. O que pode acontecer é realizar melhorias pontuais no traçado que já existe, como tirar algumas curvas e fazer algumas retas após estudos.

A intenção do Governo Federal é incluir no pacote de concessão da BR-262 o trecho mineiro da BR-381.

Duplicação não acontecerá totalmente

Diferente das outras tentativas de concessão da via, os novos estudos do Governo Federal que estão em fase de conclusão apontam que ela não será completamente duplicada.

“A Empresa de Planejamento e Logística, a EPL, está estudando o que é viável, onde o tráfego está mais congestionado. Essa empresa detectou que, no estado, onde o fluxo está mais congestionado é de Viana a Venda Nova do Imigrante. Então essa área tem que ser duplicada. Na área de Venda Nova até a divisa pode ser feita uma terceira faixa, melhorias que não tem o custo tão alto”, afirma o deputado.

Histórico

Em 2013, o Governo Federal tentou conceder a via para a iniciativa privada, porém, nenhuma empresa teve interesse em assumir o projeto. Na época, o edital exigia a duplicação total do trecho do Espírito Santo a Belo Horizonte (BH).

Já em 2015, na fase de manifestação de interesse, 26 empresas foram autorizadas pelo Ministério dos Transportes para realizar estudos técnicos para a ampliação do trecho, mas o Governo Federal acabou não incluindo da BR-262 no pacote de concessões.

Com leilão previsto para abril deste ano, uma reunião foi realizada pelo Ministério de Infraestrutura para discutir detalhes do processo de concessão. O deputado federal Carlos Manato participou e explicou que a modelagem do contrato foi reformulado e fará parte de um bloco com o trecho mineiro da BR-381, tornando a concessão mais atrativa.

“Chegou-se ao consenso de que a BR-262 só não é muito atrativa. Então a solução é trazer a BR-381, com a 262 com uma outorga maior. Pega do Espírito Santo a Minas Gerais e depois a 381. Então, o fluxo de carros é muito grande. Isso pode ser atrativo no projeto inteiro”, explica Manato.

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