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Coluna Política|Marcelo Ribeiro

Doa a quem doer, todo mundo sabe que o governador Casagrande é que decide

Sendo assim quem vai decidir as eleições a prefeito em Viana será o governador, pelo menos para boa parte dos partidos que tem intenção de lançar candidatos a prefeito.

Você deve estar se perguntando: Mas como assim? Vamos lá!

Boa parte dos presidentes de partido tem cargos no governo Casagrande, por exemplo Fabrício Machado (PV), secretário de meio ambiente, Marcos Vicente (PP) que pretende lançar cabo Max, Carlos Lopes que também é secretário, temos Wyllis Lyra que é também trabalha no governo, boa parte do Avante de Cida Rocha e temos Fábio Dias que vem pela legenda do governador, enquanto isso o candidato de Gilson ainda é uma incógnita.

O único partido com legenda que vai lançar candidato sem ter vínculo com o governo é o PSL de Graça Fortes, que também, afinal é politica, pode ser a candidata do prefeito. E se o governador mandar, os outros tem que escolher entre os cargos ou obediência ao governador.

Mas agora vamos a resposta: Por quê Casagrande tem o poder nas eleições?

Se o governador pedir a qualquer um destes líderes de partido que apoiem retirem sua candidatura e apoiem “x” candidato alguém acha que vão abrir mão de um cargo de mais R$ 18.000,00 e ir contra o governo?

Os pré candidatos destas lideranças podem se revirar nas cadeiras, ou lançar candidatura independente.

Lembrando sempre que Gilson que é aliado de Casagrande ainda não lançou nenhum nome, mas imagine que o atual prefeito resolva apoiar Fábio Dias? Ou Graça Fortes?

Sendo assim, não apostem alto ainda, pois o jogo não está nas mãos de quem vocês pensam….é muito maior!

Podem comentar a vontade! Deixem suas análises!

Marketing político em mídias sociais

A ideia da utilização de ações de marketing político nas mídias sociais já está nos projetos de vários candidatos este ano, mas a pergunta é: Será que candidatos e equipes de campanha estão preparados para enfrentar o desafio das mídias sociais?

Se levarmos em consideração o que vimos nas últimas eleições, podemos dizer que ainda não. Parece que os candidatos entenderam que marketing eleitoral nas mídias sociais seria apenas uma questão de jogar para o formato digital, peças criadas para o marketing político convencional, o que certamente não é o caminho.

A implementação de uma campanha política nas mídias sociais, na verdade é o segundo passo de uma decisão anterior, a de ter uma presença digital séria e bem estruturada. O uso das mídias sociais em uma campanha eleitoral é uma complementação de outras ações de presença digital como, por exemplo, a criação de um site ou blog onde o candidato possa apresentar seu perfil detalhado, ideias, propostas e programa de governo.

Em nosso curso de marketing político nas mídias sociais, sempre citamos a importância da integração das ações nessas mídias com outras ações da campanha visando a criação de uma sinergia entre as diversas ações.

A base do marketing político nas mídias sociais

Marketing Político nas Mídias Sociais

Marketing Político nas Mídias Sociais

marketing político nas mídias sociais parte do pressuposto da criação de um relacionamento mais próximo entre o candidato e seu eleitorado, já que é essencialmente, marketing de relacionamento.

É essa a ideia das redes sociais, criar um canal rápido, fácil e barato para que o candidato possa dialogar com os eleitores e eles com os candidatos.

É essa última parte que faz toda a diferença nas campanhas de marketing eleitoral nas mídias sociais; o retorno do candidato para os eleitores e o uso desse feedback como base para o refinamento de propostas de campanha.

O uso das mídias sociais em uma campanha eleitoral nas mídias sociais só faz sentido se houver plena consciência por parte do candidato e sua equipe, que questionamentos nesse canal precisam ser respondidos, ou seja, é vital que haja interação entre as duas partes. O eleitor digital exige uma resposta para seus questionamentos e o silêncio por parte do candidato é um sinal imediato de desrespeito com esse eleitor.

Interações com os eleitores através dos canais de mídias sociais são uma fonte interminável de sugestões e novos pontos de vista que retroalimentam a campanha de marketing eleitoral. É através delas que o candidato e sua equipe conseguem ter uma visão mais clara dos sentimentos e anseios da população e quais propostas são simpáticas ou não ao eleitorado.

O marketing político nas mídias sociais é um termômetro da campanha fornecendo o melhor retorno que você poderia conseguir.

O marketing político nas mídias sociais parte de dois posicionamentos básicos em relação à audiência nas redes sociais:

Interação com o eleitor – A troca de informações e opiniões entre candidato e eleitores sobre as questões do dia a dia. A construção colaborativa e em tempo real de propostas de governo através da participação dos eleitores através dos diversos canais digitais.

Engajamento da audiência – O engajamento se reflete através da participação dos participantes da mídia social como repassadores das mensagens de campanha. A criação e consolidação de uma militância digital capaz de multiplicar o público impactado pelas mensagens enviadas e defender os elementos da proposta de governo.

Sem estes elementos a campanha de marketing político nas mídias sociais não fará o mínimo sentido já que em primeiro lugar, não terá caráter elucidativo e em segundo lugar não resultará em nenhum acréscimo de valor à proposta inicial.

A importância das mídias sociais no marketing político eleitoral

Não se iluda; ter um perfil em uma rede social não vai garantir a eleição de ninguém. O que realmente elege um candidato é uma ação de marketing digital planejada e estritamente sincronizada com outras ações da campanha, inclusive as do marketing convencional.

O marketing político digital exige participação ativa do candidato e sua equipe. O simples fato de criar um perfil nas mídias sociais não significa ter uma participação nessas mídias, já que a real participação em mídias sociais se dá através dos processos de interação com o eleitorado.

Concluindo, se você pensa em implementar ações de marketing eleitoral nas mídias sociais parta do pressuposto de que haverá interação com o seu público-alvo ou então, essa não poderá ser chamada de ação de marketing político nas mídias sociais, e os resultados não chegarão nem perto do que você pretende. Mantenha-se atualizado