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Assessor de vereador de Viana e outras seis pessoas são presas em operação da Polícia Civil na Grande Vitória

Com os sete suspeitos, a polícia apreendeu sete armas de fogo, dentre elas, espingardas e um fuzil 556. Também foram apreendidas mais de 800 munições, aproximadamente 50 quilos de drogas, sendo cocaína, crack e ácido bórico.

Uma operação, realizada pela Polícia Civil, no Complexo da Penha, em Vitória, prendeu sete pessoas e apreendeu armas, drogas, munição e um explosivo de fabricação caseira. A operação foi realizada pela Divisão Especializada de Crimes Contra o Patrimônio e cumpriu 29 mandados de busca e apreensão.

Segundo a polícia, foram presos: Felipe Almeida de Souza, 24 anos; Tiago Almeida Hélmer, 33; Rogério Pereira Narciso, 39; Weligton de Souza, de 23; Dayane Loureiro de 26; Philipe Ramalho Bento, 30; e Luís Lopes, de 29. Este último, de acordo com a polícia, é assessor de um vereador de Viana. “Nós percebemos tratar de uma organização criminosa, com as tarefas dos indivíduos muito bem delimitadas”, disse o delegado Gabriel Monteiro.

Com os sete suspeitos, a polícia apreendeu sete armas de fogo, dentre elas, espingardas e um fuzil 556. Também foram apreendidas mais de 800 munições, aproximadamente 50 quilos de drogas, sendo cocaína, crack e ácido bórico. Mais de R$ 2 mil em dinheiro também foi apreendido pela polícia. “Esse material todo foi arrecadado em Vitória, Viana, Serra e Cariacica. O que mostra que há uma articulação entre eles, mas para a Polícia Civil, não há fronteiras”, afirmou o secretário de Segurança Pública Roberto Sá.

A operação é uma continuidade de uma outra ação policial que aconteceu no mesmo bairro no mês de maio. Na ocasião, a polícia também apreendeu drogas, armas e munições. Foram presas 19 pessoas. Com as investigações a polícia descobriu que traficantes do Bairro da Penha escondem principalmente drogas e armas em outros bairros da Grande Vitória, inclusive em sítios.

Na casa de três suspeitos, presos no bairro Sotelândia, em Cariacica, a polícia aprendeu um explosivo, que segundo perito criminal Gabriel Alípio, era de fabricação caseira. “Se trata de um artefato desconhecido. Está envolto em uma fita, muito provavelmente composto por chumbo, pólvora, prego e outros objetos pontiagudos”, afirmou.

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